
Ibovespa hoje
- União Europeia aprova acordo comercial com o Mercosul.
- Suprema Corte dos EUA pode decidir hoje legalidade do tarifaço.
- Inflação atinge maior nível em 3 anos na China, mas batalha contra deflação continua.
- Crescimento do emprego nos EUA deve mostrar desaceleração em dezembro.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Portugal apresenta candidatura de Centeno à vice-presidência do BCE
Trump cancela segunda onda de ataques à Venezuela após cooperação
Ele acrescentou, no entanto, que todos os navios petroleiros na Venezuela “permanecerão no lugar para fins de segurança”.
UE aprova acordo comercial com o Mercosul
Embaixadores dos países-membros apoiaram o pacto em reunião em Bruxelas.
Crescimento do emprego nos EUA deve ter desacelerado em dezembro, com queda da taxa de desemprego
O crescimento do emprego nos Estados Unidos provavelmente desacelerou em dezembro em meio à cautela das empresas com contratações devido às tarifas de importação e ao aumento dos investimentos em inteligência artificial, embora uma redução esperada da taxa de desemprego para 4,5% possa sustentar as expectativas de que o Federal Reserve deixará a taxa de juros inalterada este mês. O relatório de emprego do Departamento do Trabalho, a ser divulgado nesta sexta-feira, deve mostrar que o mercado de trabalho permaneceu preso no que economistas e autoridades têm chamado de modo “não contratar, não demitir”. Ele também confirmaria que a economia está em uma expansão sem emprego. O crescimento econômico e a produtividade dos trabalhadores aumentaram no terceiro trimestre, em parte atribuídos ao boom de gastos com IA. “Não se trata tanto de uma demanda fraca, porque a economia parece não estar indo mal, mas as empresas estão muito cautelosas quanto à contratação de novos trabalhadores”, disse Sal Guatieri, economista sênior da BMO Capital Markets. “Isso possivelmente está relacionado ao desejo de manter os custos sob controle, talvez em face das tarifas, mas também porque muitas empresas acreditam que haverá algum retorno de produtividade com a automação impulsionada pela IA.” (Reuters)
B3 amplia horário de futuros de cripto e ouro e terá 12 horas de negociação
Bolsa implementará mudança em duas fases, com início às 8h em março e fechamento às 20h a partir de abril.
Países da UE devem aprovar assinatura de acordo comercial com Mercosul
Alemanha e a Espanha argumentam que o acordo é uma parte vital do esforço da UE para abrir novos mercados.
Acordo UE-Mercosul: países têm até as 13h de hoje para confirmar votos sobre acordo
Preços mundiais dos alimentos caem em dezembro, mas acumulam alta em 2025, diz FAO
Os preços mundiais dos alimentos caíram em dezembro pelo quarto mês consecutivo, pressionados principalmente pelos laticínios, carnes e óleos vegetais, marcando a menor média desde janeiro de 2025, informou a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) nesta sexta-feira. O Índice de Preços de Alimentos da FAO, que acompanha uma cesta de commodities alimentares comercializadas globalmente, alcançou uma média de 124,3 pontos em dezembro, abaixo dos 125,1 pontos em novembro e 2,3% abaixo do ano anterior. Para todo o ano de 2025, o índice registrou média de 127,2 pontos, um aumento de 4,3% em relação a 2024, já que os preços mundiais mais altos de óleos vegetais e laticínios compensaram as quedas nas cotações de cereais e açúcar. O índice de laticínios recuou 4,4% em dezembro, impulsionado por uma queda acentuada nos preços da manteiga após o aumento da oferta na Europa. Entretanto, para 2025 como um todo, os preços dos laticínios ficaram, em média, 13,2% acima de 2024, refletindo a forte demanda de importação e os suprimentos exportáveis limitados no início do ano.
Suprema Corte pode decidir hoje legalidade do tarifaço: veja o que está em jogo
Se derrotado, governo americano poderá ter que reembolsar empresas prejudicadas em bilhões de dólares.
Barris de petróleo sobem e minério de ferro recua
Os preços do petróleo sobem enquanto investidores avaliam a ameaça de Trump contra o Irã, ao mesmo tempo em que se concentrava nas medidas de seu governo para exercer controle sobre as exportações e o setor energético da Venezuela. As cotações do minério de ferro na China fecharam em queda pelo segundo dia consecutivo, pressionados pelo aumento dos estoques portuários da commodity na China, embora as expectativas de melhora na demanda tenham impulsionado um ganho semanal.
- Petróleo WTI, +0,47%, a US$ 58,03 o barril
- Petróleo Brent, +0,47%, a US$ 62,27 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,73%, a 814,50 iuanes (US$ 116,63)
Mercados da Europa avançam juntos
Os mercados europeus operam em alta após queda na quinta-feira, embora as ações do setor de defesa tenham ampliado os ganhos pelo quinto dia consecutivo, após o apelo do presidente Donald Trump por um aumento nos gastos militares dos EUA e a continuidade da retórica sobre a Groenlândia. Trump tem intensificado os apelos para que a Groenlândia seja colocada sob o controle de Washington e está considerando várias opções para que isso aconteça, incluindo ação militar. Isso poderia significar o fim da OTAN , visto que os EUA e a Dinamarca, responsável pela defesa da Groenlândia, são membros.
- STOXX 600: +0,51%
- DAX (Alemanha): +0,16%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,49%
- CAC 40 (França): +0,68%
- FTSE MIB (Itália): +0,16%
Bolsas da Ásia encerram dia de forma mista
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam mistos, enquanto os investidores analisam os dados de inflação da China referentes a dezembro. No campo corporativo, as ações da mineradora Rio Tinto caíram 5% após a empresa anunciar que está em negociações para uma possível aquisição da Glencore. Se o acordo for concretizado, poderá resultar na maior empresa de mineração do mundo, com valor de mercado combinado de quase US$ 207 bilhões.
- Shanghai SE (China), +0,92%
- Nikkei (Japão): +1,61%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +032%
- Nifty 50 (Índia): -0,74%
- ASX 200 (Austrália): -0,03%
EUA: índices futuros operam de forma estável
Os índices futuros dos EUA operam perto da estabilidade nesta sexta-feira (9), com investidores aguardando a divulgação do relatório de emprego não agrícola (payroll) de dezembro, que deve fornecer insights sobre o futuro da política monetária por lá. O consenso LSEG prevê a criação de 60 mil vagas e queda da taxa de desemprego para 4,5%. O Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) vê o mercado de trabalho como o principal fator na decisão sobre os juros, enquanto investidores projetam dois cortes nas taxas ainda neste ano. O mercado também está atento a uma possível decisão da Suprema Corte sobre a legalidade das tarifas impostas durante o governo Trump.
- Dow Jones Futuro: 0,00%
- S&P 500 Futuro: +0,07%
- Nasdaq Futuro: +0,15%
Abertura de mercados
Dados do IPCA e de emprego nos Estados Unidos devem ficar na mira dos investidores nesta sexta-feira, dia em que os países da UE devem aprovar o acordo de livre comércio com o Mercosul. O IBGE divulga às 9h os dados da inflação, que podem ajudar a moldar as expectativas para o início do corte de juros pelo Banco Central. Em pesquisa da Reuters, as expectativas são de alta de 0,35% em dezembro, terminando o ano com avanço de 4,30% em 12 meses e abaixo do teto da meta. Nos EUA, o crescimento do emprego provavelmente desacelerou em dezembro em meio à cautela das empresas com contratações devido às tarifas de importação e ao aumento dos investimentos em inteligência artificial, embora uma redução esperada da taxa de desemprego para 4,5% possa sustentar as expectativas de que o Federal Reserve deixará a taxa de juros inalterada este mês. Investidores aguardam ainda uma decisão da Suprema Corte dos EUA sobre a legalidade das tarifas comerciais globais do presidente Donald Trump. Na Europa, o foco recai sobre a votação sobre o acordo comercial com o Mercosul, mais de 25 anos após o início das negociações. Para a aprovação, são necessários 15 países, que representem 65% da população total do bloco. A Comissão Europeia e países como a Alemanha e a Espanha argumentam que o acordo é uma parte vital do esforço da UE para abrir novos mercados. Os opositores, liderados pela França, afirmam que o acordo aumentará as importações de produtos alimentares baratos. Seguem ainda no foco as crescentes tensões geopolíticas ao redor do mundo, com investidores avaliando os desdobramentos na Venezuela, Irã e Groenlândia. (Reuters)
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