
Bolsas da Europa avançam até 1% à espera de acordo EUA-Reino Unido
- STOXX 600: +0,74%
- DAX (Alemanha): +1,10%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,40%
- CAC 40 (França): +1,09%
- FTSE MIB (Itália): +1,19%
Bolsas da Ásia fecham dia na maioria em alta
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam com alta em sua maioria, depois que o Fed manteve as taxas de juros inalteradas. Os investidores também aguardam ansiosamente por atualizações sobre as próximas negociações comerciais entre EUA e China. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, e seu colega chinês devem se reunir na Suíça esta semana para tratar de questões comerciais e econômicas.
- Shanghai SE (China), +0,28%
- Nikkei (Japão): +0,41%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +0,37%
- Kospi (Coreia do Sul): +0,22%
- ASX 200 (Austrália): +0,16%
EUA: índices futuros avançam à espera de anúncio de acordo com Reino Unido
Os índices futuros das ações dos EUA sobem nesta quinta-feira (8), após o presidente Donald Trump afirmar no Truth Social que um acordo comercial foi fechado com um importante parceiro. Os detalhes do anúncio serão divulgados em uma coletiva marcada para a manhã de hoje, e fontes ouvidas pelo New York Times indicam que o Reino Unido deve ser o país signatário do acordo. Na quarta-feira, o Federal Reserve (Fed) manteve sua taxa básica de juros entre 4,25% e 4,5%, uma medida amplamente esperada, mas disse que os riscos de aumento da inflação e do desemprego cresceram, obscurecendo ainda mais as perspectivas econômicas, à medida que o banco central dos Estados Unidos enfrenta o impacto das políticas tarifárias do governo Trump.
- Dow Jones Futuro: +0,91%
- S&P 500 Futuro: +1,10%
- Nasdaq Futuro: +1,43%
Abertura de mercados
Investidores iniciam esta quinta-feira reagindo às decisões de política monetária do Federal Reserve e do Banco Central do Brasil na véspera, enquanto aguardam a divulgação de nova bateria de balanços corporativos e o anúncio de um acordo comercial entre Estados Unidos e Reino Unido. O banco central norte-americano manteve a taxa de juros inalterada na tarde de quarta-feira, mas indicou em seu comunicado que observa riscos crescentes para o aumento da inflação e do desemprego na esteira da implementação da nova política tarifária dos EUA. O Copom do BC, por sua vez, elevou a taxa Selic em 0,5 ponto percentual, a 14,75% ao ano, e deixou em aberto o que fará na reunião de junho, apontando uma dependência de dados até o próximo encontro e indicando a necessidade de uma dose alta de juros por período prolongado. As atenções também estarão voltadas para uma coletiva de imprensa do presidente dos EUA, Donald Trump, às 11h, em que será anunciado um acordo tarifário com o Reino Unido, o primeiro desde que o governo norte-americano iniciou uma série de negociações comerciais com parceiros. (Reuters)
Principais índices em Nova York terminaram ontem com ganhos
Investidores em Wall Street não conseguiram muita clareza da parte de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, depois que a instituição manteve as taxas de juros no mesmo patamar, como era amplamente esperado. O anúncio do Fed está “enviando um aviso ao governo, dizendo essencialmente, se você ler nas entrelinhas: ‘suas políticas estão levando a uma inflação mais alta, a um desemprego mais alto’”, disse à CNBC David Kelly, estrategista-chefe global da JPMorgan Asset Management. “Esta é uma declaração um tanto dura. Ela diz: ‘não teremos pressa em cortar os juros porque, honestamente, há riscos para ambos os lados do nosso mandato aqui e não temos certeza de qual caminho devemos seguir’”.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | 0,70 | 41.113,91 |
| S&P 500 | 0,43 | 5.631,27 |
| Nasdaq | 0,27 | 17.738,16 |
DIs: juros futuros fecham sessão de forma mista
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F26 | 14,715 | 0,030 |
| DI1F27 | 13,985 | 0,035 |
| DI1F28 | 13,510 | 0,005 |
| DI1F29 | 13,500 | -0,030 |
| DI1F31 | 13,660 | -0,050 |
| DI1F32 | 13,710 | -0,060 |
| DI1F33 | 13,700 | -0,070 |
| DI1F34 | 13,670 | -0,050 |
| DI1F35 | 13,680 | -0,040 |
Dólar comercial termina dia com alta de 0,62%
O dólar teve a terceira alta seguida diante do real. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,60%, aos 99,84 pontos.
- Venda: R$ 5,746
- Compra: R$ 5,745
- Mínima: R$ 5,698
- Máxima: R$ 5,763
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| RADL3 | -14,76 | 16,58 |
| VAMO3 | -7,05 | 4,48 |
| UGPA3 | -4,00 | 16,82 |
| VBBR3 | -3,90 | 17,97 |
| AZZA3 | -3,67 | 31,50 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| ENEV3 | 4,15 | 13,80 |
| KLBN11 | 2,68 | 19,18 |
| BEEF3 | 2,57 | 5,59 |
| IRBR3 | 2,31 | 47,48 |
| PCAR3 | 1,97 | 3,10 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| RADL3 | 46.573 | -14,76 |
| PETR4 | 41.130 | 0,46 |
| BBAS3 | 34.591 | 1,42 |
| ENEV3 | 33.777 | 4,15 |
| BBDC4 | 31.604 | -1,51 |
Ibovespa fechou ontem com baixa de 0,09%, aos 133.397,52 pontos
- Máxima: 134.110,45
- Mínima: 132.871,85
- Diferença para a abertura: -118,30 pontos
- Volume: R$ 21,10 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (5): -1,22%
- Terça-feira (6): +0,02%
- Quarta-feira (7): -0,09%
- Semana: -1,28%
- Maio: -1,24%
- 2T25: +2,41%
- 2025: +10,90%
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