
Bolsas da Ásia fecham dia de forma mista; Japão cai 3% e China sobe 1%
- Shanghai SE (China), +1,31%
- Nikkei (Japão): -3,93%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +0,68%
- Kospi (Coreia do Sul): -1,74%
- ASX 200 (Austrália): -1,80%
Mais tarifas: China anuncia tarifas adicionais de 84% sobre produtos dos EUA
Ministro das Finanças chinês anunciou agora que as novas tarifas vão vigorar a partir de amanhã.
EUA: índices futuros operam mistos novos novas tarifas no radar
À meia-noite (horário dos EUA) desta quarta-feira (9), entraram em vigor as tarifas recíprocas impostas pelo presidente Donald Trump, incluindo alíquotas de até 104% sobre produtos chineses. A medida mantém vivos os temores de recessão e abala uma ordem comercial global consolidada há décadas. Os índices futuros de Nova York operam sem direção definida neste momento. O agravamento do conflito comercial — com Trump elevando as tarifas sobre produtos chineses para até 104% — gerou críticas de investidores, como Bill Ackman, e levou economistas do JPMorgan e do Goldman Sachs a revisarem para cima a probabilidade de uma recessão nos EUA. O cenário também tende a dificultar a resposta do Federal Reserve (Fed), caso as tarifas pressionem a inflação. Os mercados depositaram suas esperanças nas negociações, mas até agora parece que Washington e Pequim estão caminhando para um confronto.
- Dow Jones Futuro: -0,44%
- S&P 500 Futuro: -0,06%
- Nasdaq Futuro: +0,50%
Abertura de mercados
Com a entrada em vigor das tarifas recíprocas dos Estados Unidos, os mercados sofriam novo abalo nesta quarta-feira, com mais perdas nas ações e uma liquidação nos títulos norte-americanos que provocava temores de que fundos estrangeiros estejam fugindo de ativos dos EUA. As tarifas impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, a dezenas de países entraram em vigor nesta quarta, incluindo taxas de 104% sobre produtos chineses, aprofundando sua guerra comercial global. Essa semana trouxa aos mercados uma volatilidade similar à de épocas de crise, apagando trilhões de dólares em valor das ações e atingindo as commodities e os mercados emergentes com força. Muitos agora temem que as tarifas de Trump serão duras o suficiente para provocar uma recessão e forçar o Federal Reserve a cortar os juros e se desfazer de sua carteira de Treasuries. O dia terá ainda a divulgação às 15h da ata da última reunião do Fed, que pode deixar mais clara a preocupação das autoridades do banco central norte-americano com os riscos de “estagflação”, embora o encontro tenha acontecido antes do anúncio das tarifas em 2 de abril. Na pauta nacional, o Banco Central divulga os dados de juros e spread de fevereiro às 8h30. Às 9h, o IBGE informa o resultado das vendas no varejo e dos preços ao produtor também de fevereiro. Já o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, participa de almoço da Frente Parlamentar do Comércio sobre a reforma do Imposto de Renda, às 12h. Por sua vez, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa de reunião da Celac em Honduras. (Reuters)
Principais índices em Nova York terminaram ontem com novas quedas amplas
Investidores em Wall Street se frustraram novamente com a guerra comercial entre EUA e China, após o governo Trump retaliar a retaliação chinesa e ampliar as tarifas para 104% contra o país asiático. Os investidores precisarão ver mais estabilidade na política comercial para que voltem às compras, disse à CNBC Robert Ruggirello, diretor de investimentos da Brave Eagle Wealth Management. “Tem que haver algum poder de permanência, algo onde as corporações possam tomar decisões de alocação de capital de longo prazo. Elas precisam ter confiança em uma política consistente”, disse.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | -0,84 | 37.645,59 |
| S&P 500 | -1,57 | 4.982,77 |
| Nasdaq | -2,15 | 15.267,91 |
DIs: juros futuros fecharam sessão de ontem com altas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F26 | 14,765 | 0,065 |
| DI1F27 | 14,390 | 0,175 |
| DI1F28 | 14,245 | 0,200 |
| DI1F29 | 14,325 | 0,160 |
| DI1F31 | 14,590 | 0,110 |
| DI1F32 | 14,680 | 0,140 |
| DI1F33 | 14,710 | 0,120 |
| DI1F34 | 14,680 | 0,110 |
| DI1F35 | 14,700 | 0,070 |
Dólar comercial terminou ontem com alta de 1,46%
O dólar disparou pela terceira vez seguida diante do real e chegou a ultrapassar a marca dos R$ 6. O movimento foi na direção contrária da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos de 0,28%, aos 102,96pontos.
- Venda: R$ 5,997
- Compra: R$ 5,997
- Mínima: R$ 5,861
- Máxima: R$ 6,005
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| MGLU3 | -13,41 | 8,78 |
| CSAN3 | -5,99 | 6,59 |
| CSNA3 | -5,70 | 7,77 |
| BRKM5 | -5,62 | 8,90 |
| VALE3 | -5,48 | 49,20 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| CPFE3 | 3,39 | 38,70 |
| LWSA3 | 2,67 | 2,69 |
| CXSE3 | 2,58 | 15,13 |
| POMO4 | 2,56 | 6,00 |
| AZZA3 | 2,19 | 24,75 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 93.024 | -3,56 |
| VALE3 | 85.320 | -5,48 |
| ITUB4 | 45.503 | 0,03 |
| MGLU3 | 39.760 | -13,41 |
| BBDC4 | 39.566 | -2,75 |
Ibovespa fechou ontem com baixa de 1,32%, aos 123.931,89 pontos
- Máxima: 127.651,60
- Mínima: 123.454,24
- Diferença para a abertura: -1.656,20 pontos
- Volume: R$ 27,90 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (7): -1,31%
- Terça-feira (8): -1,32%
- Semana: -2,61%
- Abril: -4,86%
- 2T25: -4,86%
- 2025: +3,03%
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