
EUA: índices futuros recuam juntos antes de ata do FED
- Dow Jones Futuro: -0,12%
- S&P 500 Futuro: -0,13%
- Nasdaq Futuro: -0,22%
Aprovação do governo melhora e atuação de Lula frente a tarifas dos EUA é bem avaliada, diz Genial/Quaest
A aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou a tendência de melhora e subiu 3 pontos percentuais em agosto, mostrou pesquisa Genial/Quaest nesta quarta-feira, e a postura do presidente frente às tarifas comerciais impostas pelos EUA ao Brasil também foi bem avaliada pelos entrevistados, que viram de forma negativa a atuação do ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados sobre as tarifas. De acordo com o levantamento, a aprovação do governo Lula passou de 43%, em julho, para 46% em agosto. Em maio, essa parcela correspondia a 40%. Os que desaprovam o governo, por sua vez, passaram de 53% em julho para 51% agora. Em maio, 57% desaprovavam o governo. A avaliação do governo segue a mesma linha, com 31% de avaliação positiva em agosto. Em julho, essa parcela correspondia a 28%. Na rodada anterior, em maio, o governo tinha avaliação positiva de 26%. Os que avaliam o governo negativamente agora são 39%, uma oscilação de um ponto percentual em relação ao apurado em julho, quando foram registrados 40%. Em maio, esse mesmo grupo era de 43%.
Abertura de mercados
Reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com ministros e presidentes de estatais e falas do titular da Fazenda devem ocupar o foco nesta quarta-feira, enquanto no exterior permanece a expectativa pela cúpula do Federal Reserve em Jackson Hole. A reunião de Lula está marcada para 9h30 e inclui os presidentes da Petrobras, do BNDES e do Banco do Brasil, além de ministros. À tarde, às 14h, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, participa do Seminário FAZ GRCI – Governança, Risco, Controle e Integridade. No exterior, ainda pairava a incerteza sobre um potencial acordo para acabar com a guerra na Ucrânia, enquanto os holofotes passam para o simpósio de Jackson Hole, que começa na quinta-feira. O chair do Fed, Jerome Powell, falará na sexta-feira e investidores buscarão indicações sobre a trajetória da política monetária dos EUA, com operadores precificando quase totalmente um corte de juros no próximo mês. O Fed divulga nesta quarta a ata da reunião em que decidiu manter os juros, mas com dissidência entre as autoridades. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem com perdas importantes
Investidores em Wall Street se incomodaram com mais uma decisão do governo Trump, que, na surdina, ampliou a tarifa sobre metais. Isso em meio a um sentimento que já era de cautela com os investidores à espera do que vai falar Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, sexta-feira (22), no simpósio anual em Jackson Hole. “O discurso em Jackson Hole é provavelmente um ponto de inflexão para os mercados, pois acreditamos que Powell sinalizará que cortes nas taxas de juros são prováveis na próxima reunião de setembro”, disse à CNBC Stephen Schwartz, sócio-fundador da empresa de gestão de patrimônio Pioneer Financial. “As avaliações podem até ter mais espaço para se expandir à medida que avançamos pelo segundo semestre de 2025, já que os investidores começarão a precificar os lucros de 2026, que devem melhorar graças ao potencial de taxas de juros mais baixas e à maior clareza da política tarifária”.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | 0,02 | 44.922,39 |
| S&P 500 | -0,58 | 6.411,46 |
| Nasdaq | -1,46 | 21.314,95 |
DIs: juros futuros encerraram sessão de ontem com altas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F26 | 14,910 | 0,020 |
| DI1F27 | 14,145 | 0,165 |
| DI1F28 | 13,525 | 0,235 |
| DI1F29 | 13,480 | 0,245 |
| DI1F31 | 13,750 | 0,220 |
| DI1F32 | 13,840 | 0,210 |
| DI1F33 | 13,870 | 0,190 |
| DI1F35 | 13,860 | 0,160 |
Dólar comercial terminou ontem com alta de 1,19%
O dólar teve a segunda alta seguida diante do real. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,10%, aos 98,27 pontos.
- Venda: R$ 5,499
- Compra: R$ 5,499
- Mínima: R$ 5,431
- Máxima: R$ 5,505
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| RAIZ4 | -9,57 | 1,04 |
| CSAN3 | -6,41 | 5,40 |
| BBAS3 | -6,03 | 19,80 |
| BRAV3 | -5,24 | 18,64 |
| NATU3 | -5,19 | 8,40 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| BEEF3 | 2,93 | 5,27 |
| SUZB3 | 0,78 | 53,01 |
| HYPE3 | 0,48 | 23,16 |
| MRFG3 | 0,17 | 23,40 |
| VALE3 | 0,08 | 53,24 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| BBAS3 | 94.545 | -6,03 |
| B3SA3 | 60.069 | -4,79 |
| ITUB4 | 47.752 | -3,05 |
| BBDC4 | 41.085 | -3,43 |
| PETR4 | 38.809 | -1,05 |
Ibovespa fechou ontem com queda de 2,10%, aos 134.432,26 pontos
- Máxima: 137.321,13
- Mínima: 133.996,87
- Diferença para a abertura: -2.889,38 pontos
- Volume: R$ 22,50 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (18): +0,72%
- Terça-feira (19): -2,10%
- Semana: -1,40%
- Agosto: +1,02%
- 3T25: -3,18%
- 2025: +11,76%
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