
Bolsas da Europa operam de forma mista
- STOXX 600: +0,08%
- DAX (Alemanha): +0,16%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,32%
- CAC 40 (França): +0,45%
- FTSE MIB (Itália): +0,57%
Bolsas da Ásia fecham dia de forma mista
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram o pregão de forma mista nesta quarta-feira, após as negociações entre Estados Unidos e China na Suécia terminarem sem a prorrogação da trégua tarifária. Segundo negociadores americanos, o adiamento do aumento das tarifas só será confirmado se o presidente Donald Trump sancionar o plano. O secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, afirmou que o prazo final estabelecido por Trump, nesta sexta-feira, para impor tarifas relevantes a diversos parceiros comerciais não será adiado novamente. Ainda assim, Lutnick destacou que as negociações com a China seguem avançando em um cronograma separado, conforme declarou em entrevista ao programa Squawk Box, da CNBC. Além disso, o Banco do Japão decide os rumos dos juros nesta quarta, com expectativa pela manutenção da taxa de juros.
- Shanghai SE (China), +0,17%
- Nikkei (Japão): -0,05%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -1,36%
- Nifty 50 (Índia): +0,16%
- ASX 200 (Austrália): +0,60%
EUA: índices futuros têm leves ganhos antes de decisão do FED
Os índices futuros dos EUA sobem nesta quarta-feira (30), com atenções voltados para decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed) e resultados das big techs Meta e Microsoft. A expectativa geral é que Fed mantenha a taxa básica de juros na faixa de 4,25% a 4,5%, embora possa haver uma rara divergência de alguns funcionários do banco central em favor de custos de empréstimos mais baixos. Após o anúncio, os investidores acompanharão a coletiva de imprensa com o presidente do Fed, Jerome Powell, em busca de sinais sobre os próximos passos da política monetária. A decisão ocorre em meio a pressões do presidente Donald Trump e seus aliados por cortes na taxa de juros. Os investidores também analisarão uma série de dados econômicos esta semana, incluindo a leitura do Produto Interno Bruto (PIB) e os dados da folha de pagamento do setor privado, que serão divulgados hoje. Wall Street encerrará a semana repleta de dados com o importante relatório de empregos (payroll) de julho, na sexta-feira.
- Dow Jones Futuro: +0,03%
- S&P 500 Futuro: +0,12%
- Nasdaq Futuro: +0,22%
Confiança do Comércio recua após três meses de alta
O índice de Confiança do Comércio (ICOM) do FGV IBRE recuou 2,2 pontos em julho, para 87,1 pontos, após três altas consecutivas. Em médias móveis trimestrais, também houve recuo de 0,1 ponto, para 88,4 pontos.
Confiança de Serviços volta a cair em julho
O Índice de Confiança de Serviços (ICS) do FGV IBRE caiu 1,0 ponto em julho, para 89,7 pontos, menor nível desde maio de 2021 (87,1 pontos). Na média móvel trimestral, o índice variou -0,2 ponto.
IGP-M cai 0,77% em julho
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) caiu 0,77% em julho, apresentando queda inferior em relação a junho, quando havia registrado taxa de -1,67%. Com esse resultado, o índice acumula queda de 1,70% no ano e alta de 2,96% nos últimos 12 meses. Em julho de 2024, o IGP-M subira 0,61% no mês, acumulando uma alta de 3,82% em 12 meses.
Crescimento da zona do euro supera expectativas no segundo trimestre
O crescimento econômico da zona do euro foi melhor do que o esperado no segundo trimestre, sugerindo que as empresas estão se adaptando à incerteza comercial, reduzindo potencialmente a necessidade de mais cortes nas taxas de juros pelo Banco Central Europeu para estimular o bloco. O PIB das 20 nações que compartilham o euro cresceu 0,1% no trimestre contra os três meses anteriores, em comparação com as expectativas de uma leitura inalterada, já que a Espanha, a França e a Irlanda continuaram a ter um desempenho acima das expectativas, compensando a fraqueza da Alemanha e da Itália, segundo dados do Eurostat divulgados nesta quarta-feira. Em comparação com o segundo trimestre do ano anterior, a economia do bloco expandiu 1,4%, acima das expectativas de 1,2%. Embora os dados ainda indiquem uma grande desaceleração em comparação com a expansão de 0,6% no primeiro trimestre, esse número foi distorcido pelas empresas norte-americanas que anteciparam as importações antes da entrada em vigor das novas tarifas e não refletiu a força econômica real.
Santander (SANB11) lucra R$ 3,659 bi no segundo trimestre, alta anual de 9,8%
Resultado veio praticamente em linha com o projetado pelo consenso LSEG.
Abertura de mercados
Investidores se posicionam nesta quarta-feira para as decisões de política monetária do Banco Central e do Federal Reserve, enquanto seguem de olho nas tensões comerciais entre Brasil e Estados Unidos, com novos dados econômicos e balanços corporativos também no radar. O destaque do dia na cena nacional é a divulgação da decisão do BC após o fechamento do mercado, com ampla expectativa de que os membros da autarquia mantenham a taxa de juros Selic em 15%, como já sinalizado pelas autoridades na reunião do mês anterior. Já nos EUA, o Fed deve deixar sua taxa de juros estável na faixa de 4,25% a 4,5%, conforme os membros analisam os impactos das tarifas do governo norte-americano sobre a maior economia do mundo, mesmo com o presidente Donald Trump pressionando frequentemente pela redução dos juros. O mercado nacional ainda continuará atento a novidades no impasse comercial entre Brasil e EUA, à medida que se aproxima o prazo de 1º de agosto que Trump estabeleceu para impor uma tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros. Até o momento, não parecia haver avanço em qualquer tipo de negociação. Na frente de dados, os agentes financeiros se voltam primeiro para os EUA, com a publicação do relatório da ADP sobre empregos no setor privado, às 9h15, e da estimativa inicial para o Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre, às 9h30. Pela tarde no Brasil, o Tesouro Nacional divulgará o resultado do governo central relativo a junho, às 14h30, com coletiva às 15h que terá a presença do secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron. (Reuters)
DIs: juros futuros encerraram mais uma sessão com quedas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F26 | 14,910 | -0,020 |
| DI1F27 | 14,155 | -0,060 |
| DI1F28 | 13,470 | -0,105 |
| DI1F29 | 13,380 | -0,155 |
| DI1F31 | 13,600 | -0,180 |
| DI1F32 | 13,690 | -0,200 |
| DI1F33 | 13,720 | -0,180 |
| DI1F35 | 13,730 | -0,180 |
Dólar comercial terminaram ontem com baixa de 0,38%
O dólar encerrou uma sequência de altas diante do real e volta a cair, às vésperas do tarifaço entrar em vigor nos EUA. O movimento foi na direção contrária da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,28%, aos 98,91 pontos.
- Venda: R$ 5,569
- Compra: R$ 5,568
- Mínima: R$ 5,559
- Máxima: R$ 5,604
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| MGLU3 | -2,79 | 6,98 |
| PCAR3 | -1,99 | 3,45 |
| RAIZ4 | -1,39 | 1,42 |
| AURE3 | -1,07 | 9,22 |
| VAMO3 | -1,02 | 3,87 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| EMBR3 | 3,76 | 68,74 |
| DIRR3 | 3,10 | 38,88 |
| BRAV3 | 2,74 | 19,88 |
| VIVA3 | 2,72 | 24,58 |
| ENGI11 | 1,95 | 45,59 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 66.584 | 1,31 |
| EMBR3 | 38.471 | 3,76 |
| WEGE3 | 38.441 | -0,41 |
| ABEV3 | 32.381 | 1,00 |
| BBDC4 | 32.042 | -0,19 |
Ibovespa fechou ontem com alta de 0,45%, aos 132.725,68 pontos
- Máxima: 133.345,71
- Mínima: 132.129,79
- Diferença para a abertura: +596,42 pontos
- Volume: R$ 16,50 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (28): -1,04%
- Terça-feira (29): +0,45%
- Semana: -0,60%
- Julho: -4,41%
- 3T25: -4,41%
- 2025: +10,34%
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