Selic a 15%? veja três produtos de renda fixa para investir após reunião do Copom

sasun-bughdaryan-EmGF98ckNSU-unsplash.jpg

O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve, nesta quarta-feira (30), a taxa de juros básica da economia nacional, a Selic, em 15% ao ano, pondo fim a um ciclo de alta que começou em setembro de 2024 e durou sete reuniões. O percentual – o maior dos últimos 20 anos – beneficia ativos indexados à taxa do CDI, entre eles, produtos de renda fixa.

Isso porque o retorno desta classe de investimento toma como base o CDI – que, por sua vez, acompanha a variação da Selic. Desta forma, a manutenção da taxa de juros nos atuais patamares sustenta o rendimento turbinado da renda fixa.

Para o investidor interessado em atrelar o patrimônio à variação dos juros – e, consequentemente, do CDI –, o mercado oferece uma variedade de produtos. Confira três destas opções e a expectativa para a renda fixa daqui para frente.

Confira opções de produtos de renda fixa: 

CDB Banco Digimais
Taxa: 111% do CDI (a.a)
Vencimento: julho/2030
Saiba mais e invista

LCA BRB
Taxa: 93% do CDI (a.a)
Vencimento: maio/2026
Saiba mais e invista

Fundo 24 Horas FIRF RL

  • Aplicação inicial mínima: R$1.000,00
  • Movimentações adicionais: R$100,00
  • Saldo mínimo de permanência: R$100,00
  • Cotização de aplicação: D+0 (Dias Úteis)
  • Cotização de resgate: D+0 (Dias Úteis)
  • Liquidação de resgate: D+0 (Dias Úteis)
  • Taxa de performance: Não há
  • Taxa global anual: 0,40% a.a.

Saiba mais sobre o produto

Não tem conta na xp? Cadastre-se aqui

Fundos de investimento: como funcionam?

Ao investir em um fundo, o investidor adquire cotas que representam uma fração do patrimônio total. A valorização dessas cotas depende do desempenho dos ativos que compõem a carteira.

A gestão do fundo é realizada pelos gestores, que tomam decisões de investimento com base na política e nos objetivos estabelecidos no regulamento do fundo.

Os fundos estão sujeitos a riscos, que podem variar conforme o tipo de ativo investido. Antes de investir, é importante conhecer o perfil de risco do fundo e consultar materiais técnicos, como o regulamento e o prospecto, disponíveis nos canais oficiais.

Leia mais: Descubra 6 motivos para considerar um fundo de renda fixa

O que é uma LCA?  

Assim como no caso do CDB (certificado de depósito bancário), outro ativo de renda fixa, e da LCI (Letra de Crédito Imobiliário), quem compra títulos de LCA está fazendo um empréstimo ao banco e, mais tarde, recebe uma remuneração pela operação. 

O banco, por sua vez, empresta dinheiro aos produtores rurais com objetivo de financiar atividades vinculadas à produção, comercialização, industrialização de produtos ou insumos agropecuários (máquinas e implementos) usados em atividades do agronegócio. 

A Letra de Crédito do Agronegócio (LCA), portanto, é um título vinculado a direitos creditórios originários de negócios realizados entre produtores rurais, suas cooperativas e terceiros, incluindo financiamentos ou empréstimos. 

Leia também: Quer investir no Agro? A LCA é opção; veja o que é e como funciona este investimento 

O que são e como funcionam os CDBs

Certificado de Depósito Bancário (CDB) é um título de renda fixa emitido por bancos e caixas econômicas para captar recursos e financiar suas atividades. Funciona assim: 

  • Você “empresta” dinheiro para a instituição financeira. 
  • Em troca, na data de vencimento, a instituição devolve o valor investido acrescido dos juros acordados no momento da aplicação. 

As aplicações em CDB contam com a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até R$ 250 mil por CPF em cada instituição. Isso significa que, até esse valor, os investimentos em CDB estão protegidos em caso de eventual quebra do emissor. 

Leia também: Conheça 5 razões para considerar investir em CDBs

O que esperar da Selic – e da Renda Fixa

Desde a reunião de junho do Copom, aponta relatório da XP Investimentos (XPBR31), a curva de juros apresentou abertura relevante nos vértices intermediários e longos. O movimento esteve relacionado, principalmente, às incertezas após o anúncio de tarifas de 50% a serem aplicadas pelos EUA às exportações do Brasil.

Adicionalmente, acrescenta o documento, a política fiscal brasileira ainda expansionista adiciona prêmio de risco sobre os ativos locais.

“Os vértices curtos permaneceram praticamente inalterados entre os períodos, refletindo expectativas do mercado de que o Banco Central não deve realizar novos ajustes na Selic em 2025”, destaca o relatório da XP. “Esse é também o nosso cenário-base e, por isso, não esperamos reações significativas na curva de juros após a reunião desta semana”, complementa o texto.

Leia também: Selic em 15%; quanto rendem R$ 10 mil na renda fixa?

ada e sem ficar monitorando todo dia

Trata-se de um conteúdo patrocinado. O InfoMoney não possui qualquer responsabilidade quanto a oferta e a comercialização dos produtos divulgados neste material. 

Mais lidas