
Ibovespa hoje
- Lula diz que Trump “garantiu” acordo comercial com os EUA.
- Trump diz que acordo comercial com China está próximo antes de encontro com Xi.
- Índice Nikkei ultrapassa marca de 50.000 pontos pela 1ª vez com euforia por estímulo.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Trump diz que acordo comercial com China está próximo antes de encontro com Xi
Lula: em poucos dias teremos uma solução definitiva entre EUA e Brasil
Lula disse que reforçou o argumento de que os Estados Unidos registram superávit no comércio com o Brasil, não havendo necessidade de taxação dos produtos brasileiros.
Títulos soberanos da Argentina disparam com expressiva vitória legislativa de Milei
“A escala da vitória de Milei está no extremo mais otimista das expectativas pré-eleitorais”, disse Alejo Czerwonko, do UBS.
Barris de petróleo caem 1% e minério de ferro sobe quase 2%
Os preços do petróleo operam em baixa após abertura positiva, apesar do potencial acordo entre EUA e China reforçar a perspectiva de demanda. As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, uma vez que o otimismo com a redução das tensões comerciais entre a China e os Estados Unidos, as duas maiores economias do mundo, superou as preocupações com a demanda chinesa.
- Petróleo WTI, -1,07%, a US$ 60,83 o barril
- Petróleo Brent, -1,02%, a US$ 65,27 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +1,94%, a 786,50 iuanes (US$ 110,44)
Mercados da Europa avançam juntos
Os mercados europeus operam em alta, com as atenções voltadas para resultados corporativo e sinais de uma reaproximação entre Washington e Pequim. Além do Fed, os mercados acompanham decisão do Banco Central Europeu (BCE), com expectativa de manutenção dos juros. Segundo Ulrich Urbahn, chefe de estratégia multiativos do Berenberg Bank, ouvido pela Bloomberg, “as decisões de política monetária e os balanços corporativos definirão a direção dos mercados até o fim do ano”.
- STOXX 600: +0,04%
- DAX (Alemanha): +0,19%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,02%
- CAC 40 (França): -0,24%
- FTSE MIB (Itália): +0,41%
Bolsas da Ásia fecham dia com ganhos
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em alta, com destaque para o Nikkei 225, do Japão, que ultrapassou a marca de 50 mil pontos pela primeira vez, impulsionado pelo progresso nas negociações comerciais entre EUA e China e o forte impulso de Wall Street. A primeira-ministra japonês, Sanae Takaichi, se reunirá com o presidente dos EUA, Donald Trump, esta semana, durante sua visita ao Japão.
- Shanghai SE (China), +1,18%
- Nikkei (Japão): +2,46%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +1,05%
- Nifty 50 (Índia): +0,61%
- ASX 200 (Austrália): +0,40%
Confiança do Consumidor subiu pelo segundo mês consecutivo
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do FGV IBRE subiu 1,0 ponto, para 88,5 pontos. Em médias móveis trimestrais, o índice avançou 0,6 ponto, para 87,4 pontos.
EUA: índices futuros sobem em meio a possível reunião entre Trump e Xi Jinping
A sessão desta segunda-feira (27) começa com alta no pré-mercado de Nova York, em uma semana marcada pela expectativa de um novo corte de juros pelo Federal Reserve (Fed), pelos resultados de grandes empresas de tecnologia e por uma reunião entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente chinês Xi Jinping. O mercado aposta amplamente em uma redução de 25 pontos-base na taxa básica dos Estados Unidos, decisão que será anunciada no dia 29 de outubro. Além da política monetária, a semana será movimentada pela divulgação de resultados das gigantes de tecnologia. Entre as empresas conhecidas como Magnificent 7, Alphabet, Amazon, Apple, Meta Platforms e Microsoft apresentam seus balanços do terceiro trimestre nos próximos dias.
- Dow Jones Futuro: +0,55%
- S&P 500 Futuro: +0,89%
- Nasdaq Futuro: +1,34%
Abertura de mercados
Investidores nacionais devem reagir nesta segunda-feira à reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o líder norte-americano Donald Trump, enquanto nos mercados externos sinais de alívio das tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China alimentavam o apetite por risco. Lula disse em entrevista à imprensa às margens da cúpula da Asean na Malásia que Trump “garantiu” durante a reunião que os dois países chegarão a um acordo sobre o comércio. Trump, após deixar a Malásia, disse que teve uma “boa reunião” com Lula, mas estava incerto sobre as perspectivas de um acordo. No exterior, as expectativas de um acordo comercial entre a China e os Estados Unidos encorajavam os investidores, no início de uma semana repleta de balanços de grandes empresas de tecnologia e um possível corte na taxa de juros pelo Federal Reserve. Negociadores das duas maiores economias do mundo delinearam no domingo a estrutura de um acordo para suspender as tarifas norte-americanas e os controles de exportação de terras raras da China, antes de uma reunião na quinta-feira entre Trump e o presidente da China, Xi Jinping. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam sexta-feira e a semana com ganhos
Investidores em Wall Street se animaram com a leitura de inflação ao consumidor de setembro, atrasada por conta da interminável paralisação do governo federal. Os números vieram mais comportados e abaixo das expectativas. “Embora a inflação siga acima da meta do Federal Reserve, os números de hoje não devem alterar o plano de voo da autoridade monetária”, diz Gustavo Sung, economista-chefe da Suno Research. “O Fed permanece atento à dinâmica dos preços: compreender com maior precisão a magnitude e a duração do choque tarifário. Nesse contexto, o mais prudente é manter uma postura de cautela até que a inflação apresente sinais mais claros de convergência para a meta de longo prazo, de 2,0%”. Nos EUA, o entendimento é o mesmo. “Houve pouca coisa no relatório positivo do CPI de hoje que pudesse ‘assustar’ o Fed, e continuamos esperando mais flexibilização na reunião da próxima semana”, disse à CNBC Lindsay Rosner, chefe de investimentos em renda fixa multissetorial da Goldman Sachs Asset Management. “Um corte na taxa de juros em dezembro também continua provável, com a atual escassez de dados dando ao Fed poucos motivos para se desviar da trajetória definida no gráfico de pontos”.
| Dia (%) | Semana (%) | |
| Dow Jones | 1,01 | 2,20 |
| S&P 500 | 0,79 | 1,90 |
| Nasdaq | 1,15 | 2,31 |
DIs: juros futuros voltou a encerrar sexta-feira uma sessão com baixas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F26 | 14,890 | -0,004 |
| DI1F27 | 13,805 | -0,060 |
| DI1F28 | 13,080 | -0,075 |
| DI1F29 | 13,030 | -0,090 |
| DI1F31 | 13,300 | -0,105 |
| DI1F32 | 13,420 | -0,100 |
| DI1F33 | 13,465 | -0,095 |
| DI1F35 | 13,490 | -0,100 |
Dólar comercial terminou sexta com alta de 0,11%
O dólar voltou a subir diante do real, após a baixa de quinta (23). O movimento foi na direção contrária da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,01%, aos 98,93 pontos. Na semana, o câmbio acumulou baixa de 0,25%.
- Venda: R$ 5,392
- Compra: R$ 5,392
- Mínima: R$ 5,362
- Máxima: R$ 5,403
Maiores baixas, altas e mais negociadas de sexta
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| BRAV3 | -2,76 | 14,46 |
| CSAN3 | -2,60 | 6,00 |
| AURE3 | -1,72 | 11,45 |
| MBRF3 | -1,51 | 15,03 |
| CSNA3 | -1,48 | 8,63 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| CVCB3 | 5,29 | 1,79 |
| ENEV3 | 4,25 | 17,41 |
| HYPE3 | 3,18 | 23,67 |
| IRBR3 | 2,83 | 48,39 |
| MGLU3 | 2,67 | 8,08 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| CSNA3 | 38.537 | -1,48 |
| USIM5 | 31.327 | -0,60 |
| BRAV3 | 27.838 | -2,76 |
| BBAS3 | 26.768 | -0,63 |
| MBRF3 | 26.586 | -1,51 |
Ibovespa fechou sexta-feira (24) com alta de 0,31%, aos 146.172,21 pontos
- Máxima: 147.239,76
- Mínima: 145.720,98
- Diferença para a abertura: +451,23 pontos
- Volume: R$ 16,90 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (20): +0,77%
- Terça-feira (21): -0,29%
- Quarta-feira (22): +0,55%
- Quinta-feira (23): +0,59%
- Sexta-feira (24): +0,31%
- Semana: +1,93%
- Outubro: -0,04%
- 4T25: -0,04%
- 2025: +21,52%
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