Ibovespa Hoje Ao Vivo: Confira o que movimenta Bolsa, Dólar e Juros nesta quinta

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Ibovespa hoje

  • Investidores reagem à cautela do BC; BCE e Banco da Inglaterra decidem juros hoje.
  • Petróleo ultrapassa US$ 115 após ataques a instalações energéticas no Oriente Médio.
  • No 20º dia da guerra, Irã intensifica ataques contra infraestrutura do Golfo Pérsico.
  • Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.

Confira as últimas dos mercados

update 8h07

Bolsas da Ásia encerram dia com queda

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam com baixa, acompanhando as perdas em Wall Street, enquanto a guerra com o Irã alimenta preocupações com o setor energético. Os investidores na Ásia também analisam a decisão do Banco do Japão sobre a taxa de juros, com o banco mantendo-a, como esperado, em 0,75%.

  • Shanghai SE (China), -1,39%
  • Nikkei (Japão): -3,38%
  • Hang Seng Index (Hong Kong): -2,02%
  • Nifty 50 (Índia): -2,44%
  • ASX 200 (Austrália): -1,65%
update 8h04

EUA: índices futuros recuam no início do dia

Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta quinta-feira (19), ampliando as perdas da véspera, à medida que a escalada do conflito no Oriente Médio impulsiona os preços do petróleo e reforça a preocupação dos investidores com um possível aumento das pressões inflacionárias. Na quarta-feira, os mercados foram abalados por um índice de preços ao produtor (PPI) acima do esperado e por previsões de inflação crescente do Federal Reserve (Fed), o que reduziu as expectativas de afrouxamento monetário. O petróleo Brent foi negociado acima de US$ 113 por barril, à medida que os ataques entre Irã e Israel a instalações energéticas críticas, que também causaram danos extensos à maior planta de exportação de gás natural liquefeito do mundo, no Catar, ampliaram as preocupações com um impacto mais duradouro do conflito.

  • Dow Jones Futuro: -0,15%
  • S&P 500 Futuro: -0,16%
  • Nasdaq Futuro: -0,27%
update 8h03

BC do Japão mantém juros estáveis e alerta para pressão inflacionária da guerra contra o Irã

O Banco do Japão deixou a taxa de juros inalterada nesta quinta-feira, mas manteve seu viés de uma política monetária mais apertada, alertando que o aumento dos preços do petróleo, impulsionado pelo conflito no Oriente Médio, pode exacerbar as pressões inflacionárias. O presidente Kazuo Ueda disse que a diretoria do banco central está um pouco mais focada nos riscos de alta para a inflação do que nos riscos de baixa para o crescimento decorrentes do conflito, mantendo vivas as expectativas do mercado de um aumento dos juros no curto prazo. “Antes do conflito no Oriente Médio, a atividade das famílias e das empresas estava firme. As medidas de estímulo do governo provavelmente sustentarão a economia”, disse Ueda em uma coletiva de imprensa. “Levaremos esses pontos em consideração ao determinar o grau em que o aumento dos preços do petróleo pode pesar sobre a economia por meio da piora dos termos de troca.” Na reunião de dois dias que terminou nesta quinta-feira, o Banco do Japão manteve sua taxa de juros de curto prazo em 0,75%. Hajime Takata, membro da diretoria, repetiu uma proposta malsucedida que fez em janeiro para aumentar os juros a 1,0%, argumentando que o Japão já viu a inflação atingir 2% de forma duradoura.

update 8h02

Copom? Mercado deve seguir de olho em conflito no Oriente Médio, para além de juros

Para economistas, o corte poderia ter sido maior se não fosse a cautela com possível escalada de conflito no Irã.

update 8h00

Abertura de mercados

Investidores nacionais reagem nesta quinta-feira à decisão do Banco Central de cortar a Selic em 0,25 ponto percentual, pregando cautela diante da guerra no Oriente Médio, que vem deixando os bancos centrais de todo o mundo enfrentando dúvidas sobre quando e como lidar com o provável salto na inflação. O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC afirmou na véspera que avalia em particular o impacto dos conflitos sobre a cadeia de suprimentos global e os preços de commodities que afetam a inflação no Brasil, e enfatizou que suas projeções para a alta de preços se afastaram da meta de 3%. O anúncio do BC seguiu-se à decisão do Federal Reserve de manter a taxa de juros, movimento que foi seguido pelo Banco do Japão nesta quinta-feira. O dia terá ainda as decisões de política monetária do Banco Central Europeu e do Banco da Inglaterra. Ataques ao campo de gás South Pars, no Irã, à maior usina de gás do mundo no Catar e a refinarias de petróleo na Arábia Saudita e no Kuweit fizeram os preços do petróleo tipo Brent disparar para US$115 o barril LCOc1. Ainda na cena nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ministro da Fazenda, Fernando Haddad, farão um comunicado à imprensa às 19h, em São Bernardo do Campo (SP), em que Haddad deve anunciar sua pré-candidatura ao governo de São Paulo. (Reuters)

update 7h54

Principais índices em Nova York fecharam ontem com fortes perdas

Investidores em Wall Street desanimaram após a leitura de inflação ao produtor (PPI) aparecer mais forte do que o esperado em fevereiro, aumentando as preocupações sobre o impacto das tarifas em um ambiente em que ainda não se conta com o impacto da guerra no Irã. “O número acima do esperado se deve especificamente às tarifas”, disse à CNBC Todd Schoenberger, CIO da CrossCheck Management, observando que metais, insumos industriais e custos de produção estão todos registrando preços mais altos. “Essa é uma inflação estrutural, não temporária, e provavelmente impactará a política monetária até o final do terceiro trimestre. Some-se a isso o aumento nos preços da energia que temos visto desde o início da guerra, que ainda não se refletiu nesses relatórios, e Wall Street está se preparando para uma rápida alta de preços que, claramente, chegará ao consumidor final”.

Dia (%) Pontos
Dow Jones -1,64 46.224,68
S&P 500 -1,36 6.624,68
Nasdaq -1,46 22.152,42
update 7h52

DIs: juros futuros terminaram ontem com altas por toda a curva

Taxa (%) Variação (pp)
DI1F27 14,200 0,065
DI1F28 13,750 0,115
DI1F29 13,755 0,150
DI1F31 13,895 0,140
DI1F32 13,925 0,135
DI1F33 13,945 0,135
DI1F34 13,915 0,120
DI1F35 13,915 0,130
update 7h50

Dólar comercial fechou ontem com alta de 0,90%, na máxima do dia

O dólar comercial voltou a subir diante do real, após duas quedas seguidas. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,58%, aos 100,15 pontos.

  • Venda: R$ 5,246
  • Compra: R$ 5,245
  • Mínima: R$ 5,246
  • Máxima: R$ 5,185
update 7h48

Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem

Maiores baixas

Dia (%) Valor (R$)
HAPV3 -4,76 8,21
YDUQ3 -4,62 9,90
CSNA3 -4,42 6,06
AZZA3 -3,18 27,11
CURY3 -2,92 35,24

Maiores altas

Dia (%) Valor (R$)
ENEV3 15,08 24,35
CPLE3 5,56 15,20
PRIO3 5,33 66,03
MBRF3 2,47 17,03
PETR3 1,77 51,63

Mais negociadas

Negócios Dia (%)
ENEV3 83.613 15,08
PETR4 76.994 1,34
PRIO3 53.373 5,33
CPLE3 44.748 5,56
VALE3 40.220 -2,32
update 7h45

Ibovespa terminou ontem com queda de 0,43%, aos 179.639,91 pontos

  • Máxima: 181.550,83
  • Mínima: 179.575,91
  • Diferença para a abertura: -769,82 pontos
  • Volume: R$ 30,80 bilhões

Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:

  • Segunda-feira (16): +1,25%
  • Terça-feira (17): +0,30%
  • Quarta-feira (18): -0,43%
  • Semana: +1,12%
  • Março: -4,85%
  • 1T26: +11,49%
  • 2026: +11,49%

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