
Ibovespa hoje
- Orçamento de 2026 precisa de R$ 20 bi para ser fechado, diz Haddad.
- Câmara aprova corte de benefícios fiscais, e mais imposto para bets, fintechs e JCP.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Exportações do Japão para os EUA registram primeira recuperação em 8 meses com alívio das tarifas
Putin diz que apelos no Ocidente sobre preparação de guerra com Rússia são “mentira”
O presidente russo, Vladimir Putin, disse na quarta-feira que houve alguns apelos no Ocidente para se preparar para uma grande guerra com a Rússia e descreveu isso como “histeria” e “mentira”. Ele também afirmou que se a Ucrânia e o Ocidente abandonarem as negociações de paz, a Rússia tomará as terras que reivindica na Ucrânia por meios militares.
Orçamento de 2026 precisa de R$ 20 bi para ser fechado, diz Haddad
Ministro defende aprovação de corte de benefícios fiscais; projeto aprovado na Câmara deve ser votado nesta quarta no Senado.
Índice EWZ cai 0,82% na pré-abertura dos EUA
Flávio Bolsonaro: Tarcísio ‘não é traidor’ e defende união apesar de ‘divergências’
Filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro destacou a importância eleitoral de Tarcísio como palanque e pregou unidade do campo político.
Acionistas da Azul (AZUL4) aprovam novas regras para capital autorizado
Câmara aprova corte de benefícios fiscais, e mais imposto para bets, fintechs e JCP
Projeto aprovado na Câmara reduz incentivos federais, aumenta tributos e segue para análise do Senado.
Barris de petróleo sobem 2% e minério de ferro avança 1%
Os preços do petróleo sobem, revertendo parte das fortes perdas da véspera, após o presidente Donald Trump aumentar a pressão sobre a Venezuela, ordenando o bloqueio de petroleiros sancionados que atuam na costa do país. As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, sustentadas pela aceleração das compras no mercado à vista, à medida que as siderúrgicas chinesas começaram a reabastecer seus estoques da commodity para o consumo durante o feriado do Ano Novo Lunar.
- Petróleo WTI, +2,35%, a US$ 56,57 o barril
- Petróleo Brent, +2,24%, a US$ 60,24 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +1,25%, a 768,00 iuanes (US$ 109,06)
Mercados da Europa avançam juntos
Os mercados europeus operam em alta, com investidores assimilando dados de inflação do Reino Unido, que caiu de 3,6% para 3,2% em novembro, apenas um dia antes da decisão do Banco da Inglaterra sobre a taxa de juros, que provavelmente será decidida por uma votação muito apertada. O Banco Central Europeu (BCE) também está programado para realizar sua última reunião de política monetária do ano na quinta. O mercado espera que o BCE mantenha as taxas de juros em 2%.
- STOXX 600: +0,41%
- DAX (Alemanha): +0,09%
- FTSE 100 (Reino Unido): +1,62%
- CAC 40 (França): +0,01%
- FTSE MIB (Itália): +0,52%
Bolsas da Ásia fecham dia sem direção
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam sem direção definida nesta quarta, com investidores analisando os dados comerciais do Japão. As exportações do Japão cresceram 6,1% em novembro em comparação com o mesmo período do ano anterior. O crescimento superou em muito as expectativas de uma alta média de 4,8%, estimada por economistas consultados pela Reuters.
- Shanghai SE (China), +1,19%
- Nikkei (Japão): +0,26%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +0,92%
- Nifty 50 (Índia): -0,27%
- ASX 200 (Austrália): -0,16%
EUA: índices futuros avançam após payroll
Os índices futuros dos EUA operam com leve alta nesta quarta-feira (17), após o relatório de emprego (payroll) divulgado na véspera não reforçar os argumentos a favor de novos cortes nas taxas de juros pelo Federal Reserve (Fed).Os dados sinalizaram um arrefecimento do mercado de trabalho, mas não um enfraquecimento acelerado, levando os investidores a adiarem o aumento das apostas em cortes de juros no curto prazo. Atualmente, o mercado precifica uma probabilidade de cerca de 20% de um corte já em janeiro. A atenção agora se volta para o índice preços ao consumidor (CPI), que será divulgado de quinta-feira, em busca de pistas sobre uma eventual mudança de cenário na última semana completa de negociações do ano.
- Dow Jones Futuro: +0,22%
- S&P 500 Futuro: +0,36%
- Nasdaq Futuro: +0,41%
Abertura de mercados
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva realiza reunião ministerial nesta quarta-feira, enquanto no exterior os mercados operam à espera de novos dados dos Estados Unidos e de decisões de bancos centrais. A reunião está marcada para as 9h na residência oficial da Granja do Torto. No exterior, dados fracos de inflação do Reino Unido consolidaram as apostas de corte de juros pelo Banco da Inglaterra na quinta-feira, dia em que o Banco Central Europeu também realiza reunião de política monetária. Já o petróleo deixou para trás a recente queda depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou um bloqueio de petroleiros sancionados entrando e saindo da Venezuela, com os futuros do Brent voltando a US$60 o barril. Nos EUA, o próximo dado que atrairá a atenção dos investidores será o relatório de inflação de novembro, na quinta-feira. Os juros futuros indicam que os mercados ainda estão precificando aproximadamente dois cortes na taxa de juros dos EUA no próximo ano, com a leitura mais recente do mercado de trabalho fazendo pouco para alterar as expectativas. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem de forma mista
Investidores em Wall Street ficaram apreensivos com os resultados dos relatórios sobre o mercado de trabalho divulgados hoje, o de novembro e o de outubro, represados pela paralisação recente do governo dos EUA. “Os mercados torcem para que este relatório de emprego esteja distorcido, porque ele só traz más notícias para a economia e para as perspectivas de 2026”, disse à CNBC Christopher Rupkey, economista-chefe da FWDBONDS. “Será um milagre se não estivermos caminhando para uma recessão no próximo ano. O pessimismo no mercado de trabalho se transformou em desespero para quem busca emprego, e Washington ainda não encontrou uma solução”.
- Dow Jones: -0,62%
- S&P 500: -0,24%
- Nasdaq: +0,23%
Dólar comercial fechou ontem com alta de 0,73%
O dólar tem a terceira alta seguida diante do real. O movimento vai na direção contrária da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,17%, aos 98,14 pontos.
- Venda: R$ 5,462
- Compra: R$ 5,462
- Mínima: R$ 5,417
- Máxima: R$ 5,476
Ibovespa fechou ontem com baixa de 2,42%, aos 158.557,57 pontos, nas mínima do dia
- Máxima: 162.481,74
- Mínima: 158.557,57
- Diferença para a abertura: +3.924,17 pontos
- Volume: R$ 31,60 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (15): +1,07%
- Terça-feira (16): -2,42%
- Semana: -1,35%
- Dezembro: -0,28%
- 4T25: +8,09%
- 2025: +31,74%
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