
Ibovespa hoje
- Super Quarta: inflação e emprego importam, mas foco estará nas sinalizações dos BCs.
- Câmara aprova redução de pena de Bolsonaro e outros condenados por tentativa de golpe.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Câmara aprova regras mais rígidas para devedor contumaz
Governo Lula publica decreto que abre caminho para socorro aos Correios
Plano deverá ser avaliado pelas instâncias de governança da própria empresa , submetido a análise técnica e aprovação pelo ministério supervisor.
Tensões deflacionárias persistem na China mesmo com inflação ao consumidor no pico em 21 meses
A inflação anual ao consumidor da China acelerou para um pico de 21 meses em novembro, impulsionada principalmente pelos preços dos alimentos, enquanto a deflação nos portões das fábricas se aprofundou, com tendências subjacentes sugerindo que a demanda doméstica continua fraca e é improvável que se recupere no curto prazo. A economia chinesa está a caminho de atingir a meta de crescimento de Pequim de “cerca de 5%” para o ano, impulsionada por medidas de suporte e pela resiliência das exportações de bens. Mas os desequilíbrios econômicos pioraram este ano, uma vez que a guerra comercial do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, somou-se à demanda persistentemente fraca do consumidor, colocando o ônus sobre as autoridades para intensificar as medidas de estímulo. O índice de preços ao consumidor subiu 0,7% em novembro em relação ao ano anterior, mostraram dados do Escritório Nacional de Estatísticas nesta quarta-feira, em linha com expectativa em pesquisa da Reuters. O índice subiu 0,2% em outubro.
Barris de petróleo operam estáveis e minério de ferro sobe mais de 1%
Os preços do petróleo operam próximos da estabilidade nesta quarta-feira, após dois dias de queda, em meio a novas preocupações com excesso de oferta no mercado. As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, após várias sessões de perdas, depois que dados fracos da indústria manufatureira da China reforçaram as esperanças de novos estímulos para impulsionar o crescimento econômico em 2026.
- Petróleo WTI, +0,24%, a US$ 58,49 o barril
- Petróleo Brent, +0,34%, a US$ 62,15 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +1,85%, a 769,00 iuanes (US$ 108,87)
Bolsas da Europa operam na maioria em baixa
Os mercados europeus operam majoritariamente em baixa, com todas as atenções voltadas para decisão do Fed. O sentimento dos mercados europeus pode ter sido afetado após o presidente dos EUA, Donald Trump, criticar líderes da região, chamando-os de “fracos” e dizendo que a Europa está “em decadência”. O presidente afirmou que os líderes não sabem lidar com temas como imigração e guerra na Ucrânia, embora mantenha boas relações com alguns, como Keir Starmer e Giorgia Meloni.
- STOXX 600: -0,13%
- DAX (Alemanha): -0,47%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,13%
- CAC 40 (França): -0,36%
- FTSE MIB (Itália): -0,50%
Bolsas da Ásia fecham dia de forma mista
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam mistos, com investidores à espera de pistas sobre a trajetória da política monetária do Federal Reserve em sua última decisão sobre as taxas de juros do ano. As ações do setor imobiliário chinês subiram com o otimismo em relação a um possível apoio político, enquanto os principais índices acionários registraram alta em Taiwan e queda na Coreia do Sul.
- Shanghai SE (China), -0,23%
- Nikkei (Japão): -0,08%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +0,42%
- Nifty 50 (Índia): -0,08%
- ASX 200 (Austrália): -0,08%
EUA: índices futuros recuam juntos à espera de decisão de juros
Os índices futuros dos EUA operam em queda nesta quarta-feira (10), enquanto investidores se preparam para decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA). O mercado aposta que o banco central reduzirá sua taxa básica de juros em mais 0,25 ponto percentual, como fez em suas reuniões de setembro e outubro. Os contratos futuros de Fed Funds indicam uma probabilidade de quase 90% de redução, segundo a ferramenta FedWatch da CME. Apesar disso, o Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) segue dividido. Parte dos dirigentes defende cortes adicionais para evitar um enfraquecimento mais acentuado do mercado de trabalho, enquanto outros alertam que reduzir demais os juros pode reacender pressões inflacionárias.
- Dow Jones Futuro: -0,12%
- S&P 500 Futuro: -0,11%
- Nasdaq Futuro: -0,20%
Lula lidera com 38% em cenários eleitorais, diz Ipsos-Ipec; Flávio Bolsonaro tem 19%
O governador que se sai melhor é o de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que aparece com 17% num cenário em que não há candidatos com o sobrenome Bolsonaro.
Câmara aprova redução de pena de Bolsonaro e outros condenados por tentativa de golpe
PL da Dosimetria, aprovado após confusão e agressões à imprensa, prevê redução de penas e progressão de regime para condenados em cerca de 2 anos e 4 meses – incluindo para o ex-presidente.
Abertura de mercados
Os mercados se preparam nesta quarta-feira para as últimas decisões de política monetária do Federal Reserve e do Banco Central brasileiro, além dos dados de novembro da inflação no Brasil. As atenções estão voltadas para indicações sobre o futuro das taxas de juros. O Fed divulga sua decisão às 16h em meio à perspectiva de divisão entre os votantes. O mercado de futuros mostra que os operadores estão confiantes de que o Fed cortará os juros em 0,25 ponto percentual, para 3,50%-3,75%, atribuindo uma probabilidade de 89%. No entanto, eles também presumem que a orientação dificilmente irá sugerir que mais cortes virão rapidamente, vendo apenas uma chance de 21% de um movimento em janeiro. Muito dependerá de quantas projeções dos membros do Fed apontam para um, dois ou nenhum corte adicional no próximo ano. Analistas também suspeitam que pelo menos dois dos 12 votantes possam discordar de um afrouxamento, colocando o chair Jerome Powell em uma posição difícil. No Brasil, o IBGE divulga às 9h os dados do IPCA de novembro, com expectativas em pesquisa da Reuters de alta mensal de 0,20% e de 4,49% em 12 meses, o que levaria a inflação pouco abaixo do teto da meta. Horas depois, no fim do dia, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC anuncia sua última decisão de juros do ano, com amplas expectativas de manutenção da Selic em 15% e com os analistas buscando indicações sobre um primeiro corte no próximo ano. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem de forma mista
Investidores em Wall Street ainda se vestiram de cautela antes da decisão sobre taxas de juros que sai amanhã, após dois dias de reuniões do comitê do Federal Reserve. “Embora um corte na taxa de juros pareça quase certo neste momento, as projeções econômicas do Fed e os comentários do presidente Powell terão um papel importante na reação dos mercados – não apenas nesta semana, mas possivelmente definindo o tom para o restante do mês”, disse à CNBC Bret Kenwell, analista de investimentos nos EUA da eToro. “Após a recente queda nas ações e criptomoedas, os investidores com apetite por risco esperam que o Fed facilite uma recuperação no final do ano, em vez de esfriar os ânimos após a recente retomada”
- Dow Jones: -0,37%
- S&P 500: -0,09%
- Nasdaq: +0,13%
Dólar comercial fechou ontem com alta de 0,26%
O dólar volta a subir diante do real, depois da baixa da véspera. O movimento vai na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,14%, aos 99,23 pontos.
- Venda: R$ 5,435
- Compra: R$ 5,434
- Mínima: R$ 5,421
- Máxima: R$ 5,495
Ibovespa fechou ontem com baixa de 0,13%, aos 157.981,13 pontos
- Máxima: 158.851,19
- Mínima: 155.187,81
- Diferença para a abertura: -206,30 pontos
- Volume: R$ 23,50 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (8): +0,52%
- Terça-feira (9): -0,13%
- Semana: +0,39%
- Dezembro: -0,68%
- 4T25: +7,69%
- 2025: +31,34%
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