
EUA: índices futuros recuam em meio a tensões comerciais e inflação resiliente
- Dow Jones Futuro: -0,02%
- S&P 500 Futuro: -0,27%
- Nasdaq Futuro: -0,38%
Abertura de mercados
Investidores demonstram maior calma nesta terça-feira, após um dia marcado por preocupações com o cenário fiscal dos Estados Unidos, à medida que focam novamente em questões comerciais e geopolíticas, enquanto no Brasil uma reunião entre o ministro da Fazenda e o presidente do Banco Central fica no radar. Os mercados seguem à espera de mais acordos comerciais pelo presidente dos EUA, Donald Trump, uma vez que a maior economia do mundo continua negociando com parceiros para reduzir de forma permanente as tarifas anunciadas em 2 de abril. As atenções também estão voltadas para a resolução de conflitos geopolíticos, com destaque para a guerra na Ucrânia, depois que Trump disse na véspera que conversou com o presidente russo, Vladimir Putin, e indicou que Moscou e Kiev iniciarão imediatamente as negociações para um cessar-fogo. Na cena doméstica, o noticiário deve repercutir um encontro entre o ministro Fernando Haddad e o presidente do BC, Gabriel Galípolo, às 14h. Haddad afirmou na véspera que encaminhou um conjunto de medidas fiscais ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que terá reuniões sobre o tema ao longo da semana. Entre empresas, o foco estará em torno da Petrobras (PETR4), depois que o Ibama aprovou na segunda o plano apresentado pela estatal para realização de vistorias e simulação de resgate de animais na Bacia da Foz do Amazonas, em última etapa antes de obter licença para explorar a região. (Reuters)
Principais índices em Nova York terminaram ontem com leves ganhos
Investidores em Wall Street recuaram de suas posições basicamente por conta do rebaixamento da classificação de crédito dos EUA pela Moody’s, que fez com que os rendimentos dos títulos do Tesouro disparassem. Na sexta-feira, após o fechamento do mercado, a Moody’s rebaixou a classificação dos EUA em um nível, de “Aaa” para “Aa1”, alinhando a agência com seus pares. A agência citou os desafios de financiamento associados ao crescente déficit orçamentário do governo federal e as implicações da rolagem de dívidas americanas existentes em um período de altos custos de empréstimos. “O fator fundamental da menor demanda estrangeira por eles e o tamanho crescente da dívida que precisa ser constantemente refinanciada não vão mudar”, disse à CNBC Peter Boockvar, diretor de investimentos do Bleakley Financial Group. O rebaixamento da Moody’s “é simbólico no sentido de que aqui está uma grande agência de classificação de risco alertando que os EUA têm dívidas e déficits elevados”.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | 0,27 | 42.768,81 |
| S&P 500 | 0,09 | 5.963,60 |
| Nasdaq | 0,02 | 19.215,46 |
DIs: juros futuros fecharam sessão de ontem com baixas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F26 | 14,720 | -0,020 |
| DI1F27 | 13,915 | -0,085 |
| DI1F28 | 13,445 | -0,155 |
| DI1F29 | 13,465 | -0,140 |
| DI1F31 | 13,690 | -0,070 |
| DI1F32 | 13,750 | -0,050 |
| DI1F33 | 13,760 | -0,030 |
| DI1F34 | 13,750 | -0,020 |
| DI1F35 | 13,760 | -0,040 |
Dólar comercial terminou ontem com baixa de 0,25%
O dólar emendou a segunda queda seguida diante do real. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,71%, aos 100,38 pontos.
- Venda: R$ 5,655
- Compra: R$ 5,654
- Mínima: R$ 5,633
- Máxima: R$ 5,691
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| MRFG3 | -6,42 | 23,46 |
| PCAR3 | -3,90 | 3,20 |
| PETZ3 | -3,57 | 4,32 |
| IRBR3 | -3,32 | 46,84 |
| RADL3 | -2,76 | 14,80 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| JBSS3 | 3,06 | 40,09 |
| EMBR3 | 2,76 | 70,65 |
| LREN3 | 2,62 | 17,99 |
| FLRY3 | 2,55 | 12,87 |
| AZZA3 | 2,51 | 45,00 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| BBAS3 | 83.554 | -2,45 |
| BBDC4 | 67.119 | 0,91 |
| MRFG3 | 47.603 | -6,42 |
| JBSS3 | 44.986 | 3,06 |
| PETR4 | 39.635 | -0,12 |
Ibovespa fechou ontem com alta de 0,32%, aos 139.636,41 pontos, maior patamar de fechamento da história
- Máxima: 140.203,04 (máxima histórica)
- Mínima: 138.586,77
- Diferença para a abertura: +449,02 pontos
- Volume: R$ 21,30 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (19): +0,32%
- Semana: +0,32%
- Maio: +3,38%
- 2T25: +7,20%
- 2025: +16,09%
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