Fazendeiro morto por supostos policiais em negociação de carga de milho, apontou investigação da Polícia Civil

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Fazendeiro morto por homens que se passavam por policiais foi assassinado por problemas em negociação de carga de sementes de milho, conclui polícia

Um empréstimo não pago de R$ 30 mil também motivou o crime, apontou a Polícia Civil. Caso aconteceu em agosto de 2024, em Formosa, no Entorno do Distrito Federal.

Delegado Danilo Meneses fala sobre conclusão da investigação da morte de fazendeiro

A Polícia Civil de Formosa concluiu a investigação do assassinato do fazendeiro Luiz Carlos de Lima, conhecido como “Peixe” morto em agosto de 2024. Segundo a polícia, Luiz Carlos foi assassinado por problemas na negociação de carga de sementes de milho entre ele e um dos suspeitos.

O DE não conseguiu contato com a defesa dos suspeitos até a última atualização desta reportagem.

O assassinato aconteceu em 15 de agosto de 2024, em Formosa, no Entorno do Distrito Federal. Os suspeitos se passaram por policiais, invadiram a fazenda da vítima e fizeram 10 pessoas reféns até a chegada dela no local. Segundo a PC, a ação do grupo criminoso durou cerca 6 horas.

De acordo com a investigação, o motivo para o crime foi um pretexto para que um dos suspeitos colocasse milho na boca da vítima durante as agressões que resultaram em sua morte. Além das divergências na negociação, a PC apontou problemas por um empréstimo não pago de R$ 30 mil.

Segundo o delegado do caso, Danilo Meneses, três suspeitos tiveram a prisão temporária convertida em prisão preventiva pelo Poder Judiciário. O delegado informou que a denúncia foi enviada ao Ministério Público.

A polícia informou que os suspeitos usaram trajes operacionais e várias armas de fogo, agindo em uma ação típica de grupo paramilitar. Quatro suspeitos de envolvimento no crime já tinham sido presos após a “Operação A Isca”. No decorrer das ações policiais foram apreendidas armas de fogo e munições, além do veículo VW Gol utilizado no crime.

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